Guarani Futebol Clube
Paulistão Chevrolet 2012
De virada, Guarani vence a Ponte Preta e decide o título com o Santos
Publicado em 29 de abril de 2012 às 20h21

No aguardado derby campineiro, Guarani e Ponte Preta decidiram vaga para a final do Paulistão Chevrolet 2012, no estádio Brinco de Ouro da Princesa, e o Guarani venceu por 3 a 1, de virada, na noite deste domingo (29), em Campinas, credenciando o Bugre à disputa do título contra o Santos.

 

O Bugre logo tomou a iniciativa e criou oportunidades pelos dois lados do campo. Em boa jogada pela direita, Oziel arrancou, foi à linha de fundo e alçou na medida para Fabio Bahia, que espalmou e cedeu tiro de canto.

 

A Ponte Preta, sem muita inspiração, tentava trocar passes no meio-campo e tinha dificuldades para se aproximar da área bugrina. Jogando no sacrifício, com dores no tornolezo esquerdo, Fumagalli suportou até aos 30 minutos, quando foi substituído por Medina. 

 

Aos 35, Domingos quase abriu o marcador. O cruzamento da direita, nas costas da zaga, chegou para o cabeceio do zagueiro, mas ele errou o alvo e desperdiçou grande chance.

 

A Ponte Preta, num lance pelo meio, contou com a habilidade de Caio, que recebeu de costas para a zaga, fez o giro e bateu rasteiro no canto direito de Emerson, para abrir o placar para a Macaca.

 

O Guarani voltou ao campo de ataque e numa arrancada pelo meio, Fabinho tocou para Bruno Mendes, que encheu o pé, mas a bola subiu demais. Nos acréscimos da primeira etapa, após pressão do ataque bugrino, Fabinho finalizou rasteiro da entrada da área e a bola explodiu na trave antes do desvio da zaga para escanteio.

 

Após o intervalo, o Guarani voltou apostando todas as fichas no ataque, mas a Ponte Preta respondeu com contra-ataque rápido e Rodrigo Pimpão tocou para Roger, que obrigou Emerson a grande defesa.

 

O Bugre, aos oito minutos, chegou ao empate. Danilo Sacramento invadiu a grande área e rolou para Fabinho, que cruzou rasteiro para o meio e Fábio Bahia arrematou prensado para igualar o marcador para o Guarani.

 

No minuto seguinte, em outra descida do Bugre, Fabinho aproveitou a sobra após bate-rebate na área e acertou a trave de Bruno. O alviverde campineiro cresceu e Fabinho descolou ótimo lançamento para Danilo Sacramento, que rolou para Medina bater rasteiro e anotar o gol da virada, aos 23 minutos.

 

Gilson Kleina mexeu no time da Ponte Preta e o deixou mais ofensivo, mas Vadão manteve o Guarani no campo de ataque e seguiu criando oportunidades de gol.

 

Aos 41 minutos, Oziel desceu pela direita e levantou na área para Medina, que testou firme e fez o terceiro gol bugrino para fechar o marcador e colocar o Guarani na final da competição.

 

O primeiro jogo da final acontece no domingo (6), em Campinas. Eliminada, a Ponte Preta volta as atenções para a Copa do Brasil e disputará a as oitavas de final com o São Paulo.

 

Ficha Técnica

 

Guarani 3 x 1 Ponte Preta

 

Árbitro: Flávio Rodrigues Guerra;
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse e Marcio Luiz Augusto;
Assistentes adicionais: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza e Fabio de Jesus Volpato Mendes;
Quarto árbitro: Marcelo Rogério;
Local: Estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas;
Data: 29 de abril às 18h30.

 

Guarani: Emerson; Oziel, Domingos, Neto e Bruno Recife; Éwerton Páscoa, Fábio Bahia, Danilo Sacramento e Fumagalli (Medina); Fabinho e Bruno Mendes.
Técnico: Vadão.

 

Ponte Preta: Bruno; Guilherme, Diego Sacoman, Ferron e Uendel; João Paulo Silva, Xaves (Maranhão), Caio (Enrico) e Renato Cajá; Rodrigo Pimpão (Gérson) e Roger.
Técnico: Gilson Kleina.

 

Gols: Caio (PON), aos 39’ do primeiro tempo; Fábio Bahia (GUA), aos 8’, Medina (GUA), aos 23’, e aos 41’ do segundo tempo.

 

CA: Caio, Renato Cajá, Guilherme e Ferron (PON); Domingos (GUA)

Ficha Técnica
Presidente
Alvaro Negrão de Lima
Endereço
Av. Imperatriz Dona Teresa Cristina, 11 - CEP 13100-200 - Campinas -
Telefone: 19 2136-3400/ 3295 6882

Web Site Oficial
www.guaranifc.com.br


Fundação
02/04/1911
Estádio Mandante

Estádio Brinco de Ouro da Princesa
Campinas
Mascote

O Bugre, mascote do Guarani, surgiu como homenagem ao filho da terra, o compositor Carlos Gomes, autor da ópera “O Guarany”, um enorme sucesso em 1911, ano da fundação do clube de Campinas.

A figura do indiozinho nada mais é do que uma representação dos homens que formavam a tribo dos Guaranis, conhecidos por sua grande coragem e espírito de luta, características que o clube carrega ao longo de sua existência.
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