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Árbitros paulistas recebem aprimoramento físico e teórico da CBF
Publicado em 14 de junho de 2012 às 18h36

Segundo dados da CBF, um árbitro percorria em torno de 5.200 metros por partida realizada durante o ano de 1970. No último levantamento feito, em 2010, tal média atingiu os 10.840 metros, o que representa um aumento de 108% na distância percorrida.

Com a evolução do futebol e com a melhora no preparo físico dos atletas, os árbitros, para acompanhar o ritmo de jogo, devem seguir o mesmo padrão no preparo físico. É o que afirma Dionísio Domingos, Instrutor Físico Nacional da CBF. "Hoje, um árbitro não pode depender apenas de uma boa resistência. Ele deve ter força, explosão, agilidade, flexibilidade e, principalmente, uma boa composição corporal”.

Visando a melhora no desempenho da arbitragem - tanto a parte física, quanto prática - a CBF promove anualmente nas sedes das 27 Federações do país o aprimoramento dos árbitros que compõem o quadro da Série A do Campeonato Brasileiro. Nesta quinta-feira, os representantes da entidade máxima do futebol brasileiro estiveram presentes na sede da FPF.

O encontro é realizado em três partes. Primeiramente, os árbitros são submetidos a testes físicos, quando devem cumprir as provas dadas em campo, para mostrarem-se aptos à demonstração de um bom nível de atuação. Na segunda etapa, uma palestra teórica é ministrada pelo Membro da Comissão de Arbitragem da CBF, Manoel Serapião Filho.

A última fase do aprimoramento consiste no treinamento integrado, quando os árbitros aplicam o que foi revisado na palestra em campo, simulando situações de jogo.

O grande foco do aprimoramento deste ano, segundo Silvia Regina de Oliveira, membro da comissão de arbitragem da FPF, é a utilização do árbitro adicional atrás dos gols. "Para nós do futebol paulista, o adicional não é uma novidade, mesmo assim estamos repassando toda a função, pois ela será utilizada em todo o Campeonato Brasileiro da Série A deste ano", disse.

Outra pauta abordada no aprimoramento deste ano, segundo Dionísio Domingos, é o trabalho realizado na comunicação entre os árbitros dentro de campo. "Antigamente perdia-se muito tempo quando um árbitro precisava consultar seu auxiliar. Hoje, imediatamente a decisão é conversada, o que gera um ganho de tempo na partida".

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